Quem Somos

A Associação Primeiro Passo é uma entidade civil que nasceu do desejo de muitos pais de crianças com pé torto congênito que foram tratadas pelo método Ponseti e tem como intuito multiplicar, incentivar e difundir esta técnica de tratamento em meios médicos e não médicos. A APP funciona regularmente sob o CNPJ 12.950.014/0001-55. Uma meta idealizada pela Associação é que o método de Ponseti fosse assimilado e realizado corretamente por profissionais pelo SUS e ficasse disponibilizado a todo cidadão brasileiro. Enquanto esse ideal ainda não é uma realidade, todavia, fazemos esforços para divulgar o tratamento do pé torto congênito pela técnica de Ponseti, atuando na detecção precoce desta alteração ortopédica, no suporte e facilitação de centros de tratamento intersetoriais no Brasil e no exterior. A meta mais abrangente de nossa visão de entidade civil é promover a erradicação do pé torto congênito não tratado, no Brasil e no mundo.
Nossas metas são auxiliar nos projetos de treinamento de médicos na técnica de Ponseti no Brasil e no exterior, reconhecendo o Grupo Brasileiro de Estudos do Método Ponseti, como o grupo de médicos treinados a ser apoiado pela Associação; apoiar projetos de pesquisa éticos ligados ao tratamento de pé torto, tanto na compilação de dados como viabilização de infra-estrutura para que possam ser realizados, e auxiliar a assistência de crianças, com pé torto congênito.

Saiba mais sobre a nossa atuação em nosso Blog.

Tratamento: Técnica de Ponseti

Este é um método desenvolvido há mais de 30 anos, com ótimos resultados relatados na literatura.

A maioria dos pés tortos pode ser corrigida ainda quando bebês
A maioria dos pés tortos podem ser corrigidos ainda quando bebês

A maioria dos pés tortos pode ser corrigida ainda quando bebês

A maioria dos pés tortos pode ser corrigida ainda quando bebês em seis a oito semanas com manipulações adequadas e aplicação de gesso. O tratamento é baseado no entendimento da anatomia funcional do pé e da resposta biológica de músculos, ligamentos e ossos às alterações de posicionamento obtidas pelas manipulações seriadas e aplicação de gesso.

Menos de 5% das crianças nascidas com pé torto têm pés rígidos, encurtados e graves com ligamentos rígidos, que não cedem ao alongamento. Essas crianças precisam de correção cirúrgica. Os resultados são melhores se a cirurgia óssea e de partes moles pode ser evitada. A cirurgia no pé torto é invariavelmente seguida de formação de tecido fibroso cicatricial, cicatrizes e fraqueza muscular que se tornam mais graves e limitantes após a adolescência.

O tratamento deve começar na primeira ou segunda semana de vida
O tratamento deve começar na primeira ou segunda semana de vida

O tratamento deve começar na primeira ou segunda semana de vida

O tratamento deve começar na primeira ou segunda semana de vida para aproveitar a elasticidade favorável dos tecidos que formam os ligamentos, cápsulas articulares e tendões. Com o tratamento conservador, essas estruturas são alongadas com manipulações cuidadosas semanais. Um gesso é aplicado após cada sessão semanal para manter a correção e o alongamento obtidos. Assim, os ossos são gradualmente trazidos para o alinhamento correto.

Cinco a sete gessos longos, da coxa ao pé, com os joelhos em ângulo reto são geralmente suficientes para corrigir a deformidade. Mesmo os pés mais rígidos requerem não mais que 8 ou 9 gessos para obtenção da correção máxima. Antes da aplicação do último gesso que é mantido por 3 semanas, o tendão de Achiles é geralmente cortado, num procedimento na própria clínica, sob anestesia local, para completar a correção do pé.

Quando o último gesso é removido, o tendão já se refez, no comprimento adequado. Depois de 2 meses de tratamento, os pés devem apresentar-se supercorrigidos.

O uso da órtese pós correção diminui a possibilidade de recidiva
O uso da órtese pós correção evita a recidiva

O uso da órtese pós correção diminui a possibilidade de recidiva

Após a correção, a deformidade tende a recidivar. Para diminuir a possibilidade de recidiva, quando o último gesso é retirado, deve-se usar uma órtese tempo integral por três meses e depois apenas à noite por 14 horas noturnas, durante 4 anos.

A órtese consiste de uma barra ( com o comprimento da distância entre os 2 ombros ) com botinhas altas abertas na frente presas à barra com 70 graus de rotação externa. Uma tira de couro ou plastizote deve ser colada acima do calcanhar para impedir que os pés escorreguem para fora. A criança pode ficar desconfortável inicialmente quando tentar mover as pernas separadamente, mas logo aprende a mexer as duas pernas juntas e fica mais tranquila. Em crianças com pé torto unilateral, o pé normal é fixado na botinha com 40 graus de rotação externa.

Quando a deformidade recidiva mesmo seguindo-se todos os cuidados, uma pequena cirurgia pode ser necessária após os 2 anos de idade. A cirurgia consiste em transferir o tendão do músculo tibial anterior mais lateralmente no pé.

Contato

A Associação Primeiro Passo gostaria muito de ouvir você. Envie um e-mail para contato@primeiropasso.org ou utilize este espaço para enviar suas críticas, dúvidas ou ou sugestões, ou para solicitar informações sobre tratamentos e indicações médicas.

         
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